Assim diz o Senhor:
Ó vós todos que estais com sede, vinde às águas; vós, que não tendes dinheiro,
apressai-vos, vinde e comei, vinde comprar sem dinheiro, tornar vinho e leite,
sem nenhuma paga. Por que gastar dinheiro com outra coisa que não o pão,
desperdiçar o salário senão com satisfação completa? Ouvi-me com atenção, e
alimentai-vos bem, para deleite e revigoramento do vosso corpo. Inclinai vosso
ouvido e vinde a mim, ouvi e tereis vida; farei convosco um pacto eterno,
manterei fielmente as graças concedidas a Davi. - Palavra do Senhor.
Salmo:
144,8-9.15-16.17-18
(R.cf.16) Vós abrís a vossa mão e saciais os vossos filhos.
Misericórdia e piedade é o Senhor, ele é
amor, é paciência, é compaixão. O Senhor é muito bom para com todos, sua
ternura abraça toda criatura.
Todos os olhos, ó Senhor, em vós esperam
e vós lhes dais no tempo certo o alimento; vós abris a vossa mão prodigamente e
saciais todo ser vivo com fartura.
E justo o Senhor em seus caminhos, é
santo em toda obra que ele faz. Ele está perto da pessoa que o invoca, de todo
aquele que o invoca lealmente.
Segunda
Leitura: Rm 8,35.37-39 Nenhuma criatura poderá nos separar do amor de Deus
manifestado em Cristo.
Irmãos: Quem nos
separará do amor de Cristo? Tribulação? Angústia? Perseguição? Fome? Nudez?
Perigo? Espada? Em tudo isso, somos mais que vencedores, graças àquele que nos
amou! Tenho a certeza de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os
poderes celestiais, nem o presente, nem o futuro, nem as forças cósmicas, nem a
altura, nem a profundeza, nem outra criatura qualquer será capaz de nos separar
do amor de Deus por nós, manifestado em Cristo Jesus, nosso Senhor. - Palavra do Senhor.
Evangelho:
Mt 14,13-21 Todos comeram e ficaram satisfeitos.
Naquele tempo, quando soube da morte de João
Batista, Jesus partiu e foi de barco para um lugar deserto e afastado. Mas,
quando as multidões souberam disso, saíram das cidades e o seguiram a pé. Ao
sair do barco, Jesus viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e
curou os que estavam doentes. Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se de
Jesus e disseram: "Este lugar é deserto e a hora já está adiantada.
Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!"
Jesus, porém, lhes disse: "Eles não precisam
ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer!" Os discípulos responderam:
"Só temos aqui cinco pães e dois peixes". Jesus disse:
"Trazei-os aqui". Jesus mandou que as multidões se sentassem na
grama. Então pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu e
pronunciou a bênção. Em seguida, partiu os pães e os deu aos discípulos. Os
discípulos distribuíram às multidões. Todos comeram e ficaram satisfeitos, e,
dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos cheios. E os que haviam
comido eram mais ou menos cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças. -
Palavra da Salvação.
Comentando o Evangelho (Padre
Jaldemir Vitório / Jesuíta):
A
ordem dada aos discípulos - "Deem-lhes de comer!" - pode ter-lhes
soado como uma ironia. Havia condições de saciar uma multidão, reunida num
lugar deserto para escutar Jesus? Não seria mais lógico despedi-la para que
pudesse comprar alimentos nas aldeias vizinhas?
A
ordem do Mestre parecia impossível de ser executada. Contudo, começou a ser
superada, quando os discípulos apresentaram a quantidade de alimento
disponível: cinco pães e dois peixes. Bastou-lhes colocá-los à disposição de
todos, para que ninguém voltasse para casa faminto.
Assim
aconteceu! Num gesto quase litúrgico, Jesus tomou os pães e os peixes, ergueu
os olhos para os céus, abençoou-os, partiu-os, deu-os aos discípulos e estes, à
multidão. A pequena porção de alimento começou a ser condividida. E todos
comeram até à saciedade. E mais, sobraram doze cestos cheios, apesar da enorme
quantidade de gente.
Este
episódio contém um claro ensinamento. O problema da fome resolve-se com a
partilha. Se tivessem ido às aldeias, quem tivesse dinheiro e fosse mais esperto,
fartar-se-ia. Quanto aos pobres e os menos ágeis ficariam em desvantagem,
permanecendo famintos.
Esta
situação é incompatível com o Reino, cujo projeto de fraternidade supera todo
tipo de desigualdade.
LEIA NA ÍNTEGRA:
Liturgia Diária
Comentada 03/08/2014 18º Domingo Comum
Entre a grávida
e o feto - Pe. Zezinho, scj
O sentido do casamento - Prof. Felipe Aquino
CATÓLICOS COM JESUS:
GRAÇA E PAZ
Se desejar receber nossas atualizações de uma forma
rápida e segura, por favor, faça sua
assinatura, é grátis.
Acesse nossa pagina: www.catolicoscomjesus.com e cadastre seu e-mail para recebimento automático,
obrigado.
Fique com Deus e sob a
proteção da Sagrada Família
Ricardo Feitosa e Marta Lúcia
Crendo e ensinando o que crê e ensina a Santa Igreja
Católica

Parabéns pelo trabalho :)
ResponderExcluir