sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Evangelho do dia 21/11/2014 Sexta-feira 33ª Semana Comum

Evangelho do dia 21/11/2014 Sexta-feira
33ª Semana do Tempo Comum - 1ª Semana do Saltério
Memória: APRESENTAÇÃO DE NOSSA SENHORA

Primeira Leitura: Profecia de Zacarias 2,14-17

Rejubila, alegra-te, cidade de Sião, eis que venho para habitar no meio de ti, diz o Senhor. Muitas nações se aproximarão do Senhor, naquele dia, e serão o seu povo. Habitarei no meio de ti, e saberás que o Senhor dos exércitos me enviou a ti. 

O Senhor entrará em posse de Judá, como sua porção na terra santa, e escolherá de novo Jerusalém. Emudeça todo mortal diante do Senhor, ele acaba de levantar-se de sua santa habitação. - Palavra do Senhor.

Comentário (deusunico.com): O profeta urge que os exilados, ainda habitantes da Babilônia, se reúnam com seus irmãos na Palestina, porque Deus está novamente ligado ao seu povo. Os versículos 14-17 abrem uma perspectiva universal: as nações pagãs farão parte do povo de Deus, que tem Jerusalém como centro. O Senhor vem morar com a comunidade do Templo. A permanência do Senhor é mencionada no versículo 15 com proclamações inesperadas. "Numerosas nações se ligarão ao Senhor naquele dia", referindo-se ao dia do Senhor. "Tornar-se-ão seu "próprio povo". Não é mencionado como as nações se ligarão nem como Israel e as nações se tornarão um "povo".

O conceito do Senhor morando no meio das nações e de Israel é notável, em especial quando comparado com o contemporâneo de Zacarias, Ageu. Este último limitou a contribuição das nações a seus tesouros para o Templo. A linguagem da aliança ("elegerá") é usada para mostrar o relacionamento do Senhor com Judá e Jerusalém. A designação de Judá como "Terra Santa" só aparece aqui. Tudo será santo, porque o Senhor mora no meio do povo.

Salmo: Lc 1,46-47. 48-49. 50-51. 52-53. 54-55 (R.Cf.54b)
O Senhor se lembrou de mostrar sua bondade.

A minh’alma engrandece ao Senhor, e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador,

pois ele viu a pequenez de sua serva, desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita. O Poderoso fez por mim maravilhas e Santo é o seu nome.

Seu amor, de geração em geração, chega a todos que o respeitam. Demonstrou o poder de seu braço, dispersou os orgulhosos.

Derrubou os poderosos de seus tronos e os humildes exaltou. De bens saciou os famintos e despediu, sem nada, os ricos.

Acolheu Israel, seu servidor, fiel ao seu amor, como havia prometido aos nossos pais, em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.

Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 12,46-50

Naquele tempo, enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo”.

Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe. - Palavra da Salvação.

Comentário (Padre Jaldemir Vitório / Jesuíta): Esta narrativa de Mateus também é encontrada nos evangelhos de Marcos e Lucas. A figura central é a "mãe". No processo de geração a mulher-mãe tem um papel fundamental. A própria Terra é tida como "mãe" em relação à vida que, sem cessar, desabrocha em sua superfície.

Na narrativa há um confronto entre as multidões às quais Jesus fala, e sua família, mãe e irmãos, que ficam de fora e procuram falar com Jesus. A família, tendo a mãe como centro, está na base do conceito de Israel e é o elo fundamental da continuidade da tradição do judaísmo.

Abraão e sua descendência, a partir de Sara, constituem o povo eleito. Em continuidade, Davi e sua descendência constituem a dinastia real escolhida por Javé. O sacerdote hereditário é a base do poder do Templo. Daí as genealogias que confirmavam as purezas racial e funcional. Enquanto a pureza religiosa exigia o afastamento das multidões, Jesus se põe em íntimo contato com elas.

Removendo a prioridade dos laços consanguíneos familiares, que garantiam o privilégio da eleição, Jesus, sem exclusões, constitui a grande família unida no cumprimento da vontade do Pai, que deseja vida plena para todos.

Fonte: CNBB / Missal Cotidiano

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Ricardo Feitosa e Marta Lúcia  
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APRESENTAÇÃO DE NOSSA SENHORA



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