Natal nascimento de Cristo, o Amor que se encarnou para
trazer a luz da Salvação ao mundo que vivia nas travas. Nos primórdios da
Igreja o nascimento de Cristo era comemorado em várias datas dependendo da
tradição do lugar, na Europa o Natal era celebrado entre 25 de março e 20 de
abril, no Egito e na Grécia em 6 de janeiro. No século IV o Papa Júlio I
unificou a data oficializando o dia 25 de dezembro como data para a celebração.
Diz a Instrução Geral do Missal Romano: “A Igreja nada considera mais venerável,
após a celebração anual do mistério da Páscoa, do que comemorar o Natal do Senhor...”
(Cap.II nº32 pag.171).
Segundo o Missal “celebrar
a eucaristia no Natal significa entrar em um novo estilo de vida: a vida dos filhos
de Deus”, assim sendo e diante de tal importância temos na liturgia do
Natal quatro celebrações eucarísticas:
1.
Na tarde do dia 24 se celebra a Missa vespertina
“na vigília”.
2.
Na noite do dia 24 para 25 (em geral a
meia-noite) celebra-se a primeira Missa do Natal.
3.
Ao alvorecer do dia 25 se celebra a segunda
Missa (“na aurora”) do Natal.
4.
Durante o “dia” de Natal se celebra a terceira
Missa.
Mas como surgiu a famosa Missa do Galo?
Desde o século IV, um hino latino cantado na cerimônia do
Natal aponta o nascimento do Cristo no meio da noite, daí o costume de assumir
a meia-noite como hora do nascimento de Jesus. A missa do galo foi instituída
no século V e segundo a tradição tem esse nome tendo em vista que à meia-noite
do dia 24 de dezembro um galo teria cantado, anunciando a vinda do Messias. Outra
tradição diz que a comunidade cristã de Jerusalém ia em peregrinação a Belém,
para celebrar a Missa do Natal na primeira vigília da noite dos judeus, na hora
do primeiro canto do galo, por isso o referido nome.
Monsenhor José Roberto Rodrigues Devellard, Coordenador da
Comissão de Arte Sacra da Arquidiocese do Rio de Janeiro, acredita que o nome
"Missa do Galo" teve origem no fato de Jesus ser considerado o sol
nascente que veio nos visitar, clareando a escuridão. Por isso, nas igrejas
mais antigas, podemos ver um galo em seus campanários, para representar a luz
Divina. O galo foi escolhido como símbolo desta celebração porque,
historicamente e tradicionalmente, representa vigilância, fidelidade e
testemunho cristão.
Existem outras histórias interessantes sobre a origem do
nome, dentre elas a que vem da província de Toledo na Espanha; reza a lenda que
antes de baterem as doze badaladas da meia noite de 24 de dezembro, cada
lavrador matava um galo, em memória daquele que cantou três vezes quando Pedro
negou Jesus, por ocasião da sua morte. A ave era depois levada para a Igreja a
fim de ser oferecida aos pobres, que viam assim, o seu Natal melhorado.
Independente da origem da Missa do Galo é bom que em nosso
coração fiquem as palavras de São Gregório Magno: “a missa da noite de Natal
comemora o nascimento temporal de Jesus; a da aurora ou do galo celebra o
nascimento de Jesus no coração dos fiéis; a missa do dia ou da festa evoca o
nascimento do Verbo no seio do Pai”.
Que Jesus neste Natal, nasça e faça morada em nossos
corações, que seja acolhido como presente precioso dado pelo Pai, para ser
fonte eterna de paz em cada filho e filha.
Fonte: Missal Dominical -
IGMR – Wikipédia
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Ricardo Feitosa e Marta Lúcia
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