O “Tempo do Advento”
é um momento muito especial na vida de cada cristão, onde nós somos chamados a
parar e refletir: “Qual a importância
que dou a Cristo na minha vida?”. Não devemos levar o tom “Roxo” do Advento como penitência e mortificação,
mas sim como um tempo para recolhimento, reflexão e purificação; onde a luz da
Palavra de Deus possamos nos preparar, não só para a grande festa do Natal como
mais um evento, mas principalmente para acolher o Salvador de forma digna em
nosso coração.
A Santa Mãe Igreja
nos convida a dentro desse tempo especial que é o Advento, vivermos algo mais
especial ainda, que é a “semana
que antecede o Natal”, onde
a liturgia vai nos preparando para receber Jesus, tendo a certeza de que Ele é
verdadeiramente o Filho de Deus e que como tal deve ser o centro da nossa vida,
onde Ele deve ser o único Rei e Senhor do nosso coração. Portanto convido você
a fazer essa experiência; assim como limpamos e pintamos a nossa casa para as
festas de final de ano, assim como enfeitamos e nos mobilizamos para a festa de
Natal, vamos também preparar o nosso coração limpando e nos desfazendo de tudo
que é inútil, para abrir espaço para acolher de forma jubilosa o Cristo Jesus.
A cada dia, sempre
a luz da Palavra de Deus, vamos refletir o que fazer e o que mudar para sermos “um com Cristo”.
17/12/2014 Quarta-feira
- 3ª Semana do Advento
Evangelho de
Jesus Cristo segundo São Mateus 1,1-17
Livro da origem de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de
Abraão. Abraão gerou Isaac; Isaac gerou Jacó; Jacó gerou Judá e seus irmãos.
Judá gerou Farés e Zara, cuja mãe era Tamar. Farés gerou Esrom; Esrom gerou
Aram; Aram gerou Aminadab; Aminadab gerou Naasson; Naasson gerou Salmon; Salmon
gerou Booz, cuja mãe era Raab. Booz gerou Obed, cuja mãe era Rute. Obed gerou Jessé.
Jessé gerou o rei Davi. Davi gerou
Salomão, daquela que tinha sido mulher de Urias. Salomão gerou Roboão; Roboão
gerou Abias; Abias gerou Asa; Asa gerou Josafá; Josafá gerou Jorão. Jorão gerou
Ozias; Ozias gerou Jotão; Jotão gerou Acaz; Acaz gerou Ezequias; Ezequias gerou
Manassés; Manassés gerou Amon; Amon gerou Josias. Josias gerou Jeconias e seus
irmãos, no tempo do exílio na Babilônia.
Depois do exílio na Babilônia, Jeconias gerou Salatiel; Salatiel gerou
Zorobabel; Zorobabel gerou Abiud; Abiud gerou Eliaquim; Eliaquim gerou Azor;
Azor gerou Sadoc; Sadoc gerou Aquim; Aquim gerou Eliud; Eliud gerou Eleazar;
Eleazar gerou Matã; Matã gerou Jacó. Jacó
gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o
Cristo. Assim, as gerações desde Abraão até Davi são catorze; de Davi até o
exílio na Babilônia catorze; e do exílio na Babilônia até Cristo, catorze. - Palavra da Salvação.
Comentários:
A vinda de Jesus ao mundo foi precedida de
uma história: a história do povo de Israel, que tem o seu início com Abraão,
desenvolve-se até atingir o seu apogeu com o Rei Davi, depois entra em declínio
até atingir o seu ponto mais baixo com Josias e o exílio da Babilônia, para
depois evoluir até chegar à plenitude dos tempos com Jesus, Deus presente e
atuante na história dos homens, que vai ser a realização da promessa a Abraão
que nele serão abençoadas todas as nações da terra e a salvação chega para
todos os povos com a libertação do pecado e da morte e a presença do próprio
Deus na vida de todos nós. (CNBB)
A genealogia de Jesus contém elementos
importantes para a correta compreensão de sua identidade. Seu objetivo é
mostrar a inserção de Jesus na história do povo de Israel e fazer sua presença,
na história humana, ligar-se com a longa história da salvação da humanidade.
Jesus, portanto, é apresentado como verdadeiro homem e não como um ser
estranho, vindo do céu, não se sabe bem como. A sucessão de gerações, que
prepara a vinda do Messias Jesus, é um retrato da humanidade a ser salva por
ele. Repassando a lista de nomes, encontramos gente de todo tipo: piedosos e
ímpios, pessoas de comportamento correto e gente de vida não recomendável,
operadores de justiça e indivíduos sem escrúpulos no trato com os semelhantes,
judeus e estrangeiros, homens e mulheres. Todos eles formam o substrato humano
no qual nasceu Jesus. Esta é a humanidade carente de salvação, para a qual ele
foi enviado pelo Pai. Jesus, porém, é apresentado como dom salvífico do Pai
para a humanidade. O fato da concepção virginal aponta nesta direção. Quando a
lista chega em José, diz-se que ele é o esposo de Maria da qual nasceu Jesus. A
sucessão pela linha masculina é rompida, ficando implícito que o Pai de Jesus é
o próprio Deus. Ou seja, a salvação não é obra do ser humano. Ela é oferecida
pelo Pai por meio do Messias Jesus. (Padre Jaldemir Vitório/Jesuíta)
A principio o evangelho de hoje não passa de
um emaranhado de nomes que para nós chega até a não fazer muito sentido, mas a
inspiração divina que guiou o autor sagrado quer nos revelar duas coisas. A
primeira é que para chegarmos a glória temos que trilhar um longo caminho,
cheio de altos e baixos, alegre mas também doloroso, não existe vitória sem
esforço, céu sem cruz. A segunda revelação vem de uma analise mais profunda das
pessoas que constam na genealogia de Jesus, ela não foi composta apenas de
justos e santos, mas também de pessoas fracas e pecadoras. Isso nos mostra que
a ordem dada por Deus: “Sede santos, porque eu sou
santo”, é possível sim, desde que tenhamos o
coração voltado para fazer a vontade do Pai. (Ricardo Feitosa/Católicos com
Jesus)
A reflexão de hoje e que também é o nosso
primeiro propósito de mudança vem do nosso Papa Francisco. Leia, reflita e
deixe a graça acontecer:
A Igreja é “uma” e “santa”
CATÓLICOS
COM JESUS: GRAÇA E PAZ
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Ricardo Feitosa e Marta Lúcia
Crendo
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