Evangelho do dia 28/12/2014 Domingo
Oitava do Natal - 1ª Semana do Saltério
Festa: SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ
Prefácio do Natal - Ofício festivo próprio - Glória e
Creio
Cor: Branco - Ano Litúrgico “B” - São Marcos
Antífona: Lucas 2,16 - Vieram apressados os pastores e encontraram
Maria com José, e o menino deitado no presépio.
Oração do Dia: Ó Deus de bondade, que nos destes a
Sagrada Família como exemplo, concedei-nos imitar em nossos lares as suas
virtudes para que, unidos pelos laços do amor, possamos chegar um dia às
alegrias da vossa casa. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade
do Espírito Santo. Amém.
LEITURAS:
Primeira
Leitura: Livro do Eclesiástico 3,3-7.14-17a (gr.2-6.12-14)
Deus honra o Pai nos filhos e confirma, sobre eles, a
autoridade da mãe. Quem honra o seu pai, alcança o perdão dos pecados; evita
cometê-los e será ouvido na oração cotidiana. Quem respeita a sua mãe é como
alguém que ajunta tesouros. Quem honra o seu pai, terá alegria com seus
próprios filhos; e, no dia em que orar, será atendido. Quem respeita o seu pai,
terá vida longa, e quem obedece ao pai é o consolo da sua mãe.
Meu filho, ampara o teu pai na velhice e não lhe causes
desgosto enquanto ele vive. Mesmo que ele esteja perdendo a lucidez, procura
ser compreensivo para com ele; não o humilhes, em nenhum dos dias de sua vida:
a caridade feita ao teu pai não será esquecida, mas servirá para reparar os
teus pecados e, na justiça, será para tua edificação. - Palavra do Senhor.
Comentário (Vida Pastoral nº 269 Paulus
2009): O livro
do Eclesiástico é tradução de um original hebraico, de autoria de Jesus Ben
Sirac. Seu neto empreendeu a obra de tradução com o objetivo de mostrar aos
judeus que moravam fora do país a riqueza da tradição do seu povo. É, portanto,
um livro que ajuda a recuperar as raízes e identidade de um povo ameaçado de
perder o sentido da vida. Vivendo em terra estranha, facilmente os judeus
assimilavam a cultura e a ideologia do país em que estavam, perdendo de vista a
herança cultural e espiritual dos antepassados, baseada na experiência de Deus
em família. De fato, o Deus de Israel foi se revelando na vida das pessoas, e
essa revelação passou de boca em boca, de pai para filho, desde os tempos mais
antigos.
Os versículos que compõem a leitura de hoje são uma explicação de Ex 20,12:
“Honre seu pai e sua mãe: de modo que você prolongará sua vida na terra que
Javé seu Deus dá a você”. O mandamento está ligado à promessa de vida longa. O
Eclesiástico vai mais longe, acrescentando à vida longa (v. 6) mais duas
promessas: a de ver atendidas as orações (v. 5) e o perdão dos pecados (vv.
3.14).
Para quem vivia longe do Templo, lugar onde eram feitos os sacrifícios pelas
culpas cometidas, há agora um horizonte novo: o perdão dos pecados acontece não
por meio de um rito externo, mas de uma atitude traduzida em amor pelos pais,
sobretudo quando estes se encontram em estado de carência, como a perda do uso
da razão (v. 13). O texto se aproxima bastante da novidade trazida por Jesus de
Nazaré, que disse: “O que eu quero é a misericórdia, e não o sacrifício” (cf.
Mt 9,13) e afirmou que o Pai rejeita as ofertas sagradas que deveriam ser
empregadas na preservação da vida dos pais (cf. Mc 7,8-13).
Amar, obedecer e respeitar a fonte da vida que são os pais é amar, respeitar e
obedecer a Deus, origem de toda vida. Os pais reproduzem, em parte, o ser de
Deus que é doação. Eles não produziram para si, mas para os outros. Os filhos,
por sua vez, chegados à fase adulta da vida, são convocados a não produzir para
si, mas para outros, perpetuando a vida e amparando a dos pais na velhice (v.
12). Essa proposta quebra o sistema de sociedade do consumo e do descartável,
que só valoriza as pessoas enquanto capazes de produzir.
Salmo:
127(128),1-2.3.4-5
(R. Cf 1) Felizes os que temem o Senhor e trilham seus caminhos!
Feliz és tu, se temes o Senhor e trilhas
seus caminhos! Do trabalho de tuas mãos hás de viver, serás feliz, tudo irá
bem!
A tua esposa é uma videira bem fecunda
no coração da tua casa; os teus filhos são rebentos de oliveira ao redor de tua
mesa.
Será assim abençoado todo homem que teme
o Senhor. O Senhor te abençoe de Sião, cada dia de tua vida!
Segunda
Leitura: Carta de São Paulo aos Colossenses 3,12-21
Irmãos: Vós sois amados por Deus, sois os seus santos
eleitos. Por isso, revesti-vos de sincera misericórdia, bondade, humildade,
mansidão e paciência, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos mutuamente,
se um tiver queixa contra o outro. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai vós
também. Mas, sobretudo, amai-vos uns aos outros, pois o amor é o vínculo da
perfeição.
Que a paz reine em vossos corações, à qual fostes chamados
como membros de um só corpo. E sede agradecidos. Que a palavra de Cristo, com
toda a sua riqueza, habite em vós. Ensinai e admoestai-vos uns aos outros com
toda a sabedoria. Do fundo dos vossos corações, cantai a Deus salmos, hinos e
cânticos espirituais, em ação de graças. Tudo o que fizerdes, em palavras ou
obras, seja feito em nome do Senhor Jesus Cristo. Por meio dele dai graças a
Deus, o Pai.
Esposas, sede solícitas para com vossos maridos, como
convém, no Senhor. Maridos, amai vossas esposas e não sejais grosseiros com
elas. Filhos, obedecei em tudo aos vossos pais, pois isso é bom e correto no
Senhor. Pais, não intimideis os vossos filhos, para que eles não desanimem. -
Palavra do Senhor.
Comentário (Vida Pastoral nº 269 Paulus
2009): Os versículos propostos como
segunda leitura deste domingo são parte das conclusões que Paulo tira do fato
de, pelo batismo, nos tornarmos pessoas novas. Em outras palavras, o que hoje
se lê é a tentativa de traduzir na prática o que significa ressuscitar com
Cristo (cf. Cl 3,1). Paulo não separa o convívio familiar da vida em
comunidade. Para ele, são dois momentos de uma mesma realidade. E por isso
trata das relações dentro da família e da comunidade ao mesmo tempo.
O
texto de hoje se inicia mostrando a identidade cristã: “Vocês são o povo santo
de Deus, escolhido e amado” (v. 12a). A seguir, especifica o que isso significa
em termos de relações sociais: “Por isso, procurem revestir-se de misericórdia”
(v. 12b). As virtudes que seguem esclarecem o sentido da misericórdia: ela se
traduz em bondade, humildade, mansidão, tolerância, paciência e perdão (vv.
12c-13a). Paulo emprega a imagem da veste (“procurem revestir-se”) para
caracterizar as novas relações e valores que ajudam a construir sociedade nova.
O ponto de referência para acabar com as discriminações é a prática de Jesus,
sua morte e ressurreição: “Como o Senhor lhes perdoou, façam vocês o mesmo” (v.
13b). E conclui: “Acima de tudo tenham amor, que faz a união perfeita” (v. 14).
O que torna uma comunidade perfeita não é a ausência de falhas e limites em
seus membros, e sim a capacidade de amar sem medidas, apesar dos limites e falhas
de cada pessoa (cf. 1Pd 4,8: “O amor cobre uma multidão de pecados”). O amor
gera a paz e torna as pessoas membros do mesmo corpo (v. 15a).
A
seguir, Paulo mostra algumas ferramentas para que a comunidade atinja esse
objetivo. A mais importante delas é a celebração da eucaristia. De fato, a
expressão “sejam agradecidos” (v. 15b) recorda a celebração eucarística no modo
como era celebrada pelos primeiros cristãos: a escuta da palavra de Cristo, a
partilha da palavra e o louvor, feito de salmos, hinos e cânticos inspirados
(v. 16).
Paulo,
porém, procura alargar os espaços, fazendo a celebração eucarística incidir em
qualquer atividade, palavra ou ação, para que tudo seja feito em nome do Senhor
Jesus, de modo que a vida inteira se transforme em ação de graças a Deus Pai
(v. 17).
Em
seguida, vêm as instruções para as famílias, com recomendações para as esposas,
a fim de que sejam dóceis a seus maridos (v. 18); aos maridos, para que amem
suas esposas e não sejam grosseiros com elas (v. 20); aos filhos, para que
obedeçam aos pais (v. 20); e aos pais, para que usem uma pedagogia capaz de
encorajar, e não desanimar os filhos (v. 22). Numa sociedade que privilegiava o
pai de família como único responsável pelo bom andamento das coisas, Paulo
apresenta, para todos, deveres recíprocos fundados no amor, o laço da
perfeição. De fato, essas instruções não privilegiam uns em prejuízo dos
outros. O ponto de confronto, para todos, é o modo como o Senhor Jesus agiu em
relação ao Pai e às pessoas (cf. vv. 18.20).
Evangelho
de Jesus Cristo segundo Lucas 2,22-40
Quando se completaram os dias para a purificação da
mãe e do filho, conforme a lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a
Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor. Conforme está escrito na lei do
Senhor: 'Todo primogênito do sexo masculino deve ser consagrado ao
Senhor". Foram também oferecer o sacrifício - um par de rolas ou dois
pombinhos - como está ordenado na lei do Senhor.
Em Jerusalém, havia um homem chamado Simeão, o qual
era justo e piedoso, e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo
estava com ele e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o messias
que vem do Senhor. Movido pelo Espírito, Simeão veio ao templo. Quando os pais
trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a lei ordenava, Simeão tomou o
menino nos braços e bendisse a Deus: "Agora, Senhor, conforme a tua
promessa, podes deixar teu servo partir em paz; porque meus olhos viram a tua
salvação, que preparaste diante de todos os povos: luz para iluminar as nações
e glória do teu povo Israel".
O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que
diziam a respeito dele. Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus:
"Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos
em Israel. Ele será um sinal de contradição. Assim serão revelados os
pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a
alma".
Havia também uma profetisa, chamada Ana, filha de
Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada; quando jovem, tinha sido
casada e vivera sete anos com o marido. Depois ficara viúva, e agora já estava
com oitenta e quatro anos. Não saía do templo, dia e noite servindo a Deus com
jejuns e orações. Ana chegou nesse momento e pôs-se a louvar a Deus e a falar
do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Depois de
cumprirem tudo, conforme a lei do Senhor, voltaram à Galiléia, para Nazaré, sua
cidade. O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de
Deus estava com ele. - Palavra da
Salvação.
Comentário: A cena da apresentação do
menino Jesus no templo e o rito de purificação de Maria são ricos em detalhes
que evidenciam a identidade do Salvador. Revestem-se de um conjunto de
elementos proféticos, pelos quais a existência de Jesus se pautará. Ele foi
apresentado como pobre. Seus pais ofereceram um casal de rolinhas ou dois
pombinhos, como era previsto para as família mais pobres Aliás, toda a vida de
Jesus transcorrerá na pobreza. Com o rito de oferta, o Messias tornava-se uma
pessoa consagrada ao Pai. Esta será uma marca característica de sua existência.
Não se pertencerá a si mesmo; todo seu ser estará posto nas mãos do Pai, por
cuja vontade se deixará guiar. O velho Simeão definiu a missão do Messias
Jesus: ser luz para iluminar as nações e manifestar a glória de Israel para
todos os povos. Por meio de Jesus, a humanidade poderia caminhar segura, sem
tropeçar no pecado e na injustiça, e, assim, chegar ao Pai. Por outro lado, o
Messias Jesus estava destinado a ser sinal de contradição. Quem tivesse a
coragem de acolhê-lo, seria libertado de seus pecados. Mas para quem se
recusasse aderir a ele, seria motivo de queda. Portanto, Jesus seria escândalo
para uns, e ressurreição para outros. Esta cena evangélica retrata, assim, o
que Jesus encontraria pela frente. (Padre
Jaldemir Vitório/Jesuíta)
PRECES DA
ASSEMBLEIA (Paulus):
Senhor,
ouvi-nos e atendei-nos
1.
Cristo Jesus, quisestes crescer numa família:
confirmai todas as famílias na paz e no benquerer, vos pedimos.
2.
Vós que nos destes o mandamento do amor, fazei que
nossas famílias se amem e se respeitem, vos pedimos.
3.
Vós que nascestes do seio de Maria, abençoai e
protegei os pais e mães de nossos famílias, vos pedimos.
4.
Vós que fostes obediente a vossos pais, ensinai-nos
a respeitar os que legitimamente nos governam, vos pedimos.
5.
Vós que fostes apresentado no templo, acolhei as
necessidades das famílias que vos buscam com fé, vos pedimos.
INTENÇÕES PARA O
MÊS DE DEZEMBRO:
Geral – Paz e Esperança: Para que o nascimento do Redentor
traga paz e esperança a todos os homens de boa vontade.
Missionária – Os pais de família: Para que os pais sejam autênticos
evangelizadores, transmitindo aos filhos o dom precioso da fé.
TEMPO LITÚRGICO:
Tempo do Natal: A salvação prometida por Deus aos
homens em suas mensagens aos patriarcas e profetas, torna-se realidade concreta
na vinda de Jesus o salvador. O eterno Filho de Deus, feito homem, é a mensagem
conclusiva de Deus aos homens: ele é aquele que salva.
O nascimento
histórico de Jesus em Belém é o sinal de nosso misterioso nascimento à vida
divina. O Filho de Deus se fez homem para que os homens se pudessem
tornar filhos de Deus. Este nascimento é o início de nossa salvação, que se
completará pela morte e ressurreição de Jesus. No pano de fundo do Natal já se
entrevê o mistério da Páscoa. Os dias que vão do Natal à Epifania e ao Batismo
do Senhor devem ajudar-nos a descobrir em Jesus Cristo a divindade de nosso
irmão e a humanidade de nosso Deus. Os textos litúrgicos deste tempo convidam à
alegria, mas apresentam também riqueza de doutrina. Convidam-nos constantemente
a dar graças pelo misterioso intercâmbio pelo qual participamos da vida divina
de Cristo. Enquanto nos faz participantes do amor infinito de Deus, que se
manifestou em Jesus, a celebração do Natal abre-nos à solidariedade profunda
com todos os homens.
Para a celebração
Tempo de
Natal começa com as primeiras Vésperas de Natal e termina no domingo depois da
Epifania, ou seja, o domingo que cai após o dia 6 de janeiro.
A liturgia do
Natal do Senhor caracterizada pela celebração das três Missas natalinas
(meia-noite, de manhã. durante o dia), inicia-se com a Missa vespertina
"na vigília", que faz parte da solenidade.
A solenidade
do Natal prolonga sua celebração por oito dias contínuos, que são indicados
como Oitava de Natal. Esta é assim ordenada:
No domingo
imediatamente após o Natal celebra-se a festa da sagrada Família; nos anos em
que falta esse domingo, celebra-se esta festa a 30 de dezembro;
26 de
dezembro é a festa de santo Estevão, protomártir;
27 de
dezembro é o dia da festa de são João, apóstolo e evangelista;
28 de dezembro
celebra-se a festa dos Santos Inocentes;
os dias 29,
30 e 31 de dezembro são dias durante a oitava, nos quais ocorrem também
memórias facultativas;
no dia 1º de
janeiro, oitava de Natal, celebra-se a solenidade de Maria, Mãe de Deus, na qual
também se comemora a imposição do santo nome de Jesus.
As festas
acima enumeradas, quando caem em domingo, deixam o lugar à celebração do
domingo; se, porém, em algum lugar forem celebradas como
"solenidades", neste caso têm precedência sobre o domingo. Fazem
exceção as festas da sagrada Família e do Batismo do Senhor; que tomam o lugar
do domingo.
Os dias de 2
de janeiro ao sábado que precede a festa do Batismo do Senhor (domingo depois
da Epifania) são considerados dias do Tempo de Natal. Entre 2 e 5 de janeiro
cai, habitualmente, o II domingo depois de Natal; a 6 de janeiro celebra-se a
solenidade da Epifania do Senhor. Nas regiões em que esta solenidade não é de
preceito, sua celebração é transferida para 2 e 8 de janeiro, conforme normas
particulares anexas a essa transferência.
Com a festa
do Batismo do Senhor (domingo depois da Epifania) termina o Tempo natalino e
principia o Tempo comum (segunda-feira da 1ª semana); portanto, omitem-se as
férias que naquele ano não podem ter celebração.
Para a celebração da Eucaristia nas
férias do Tempo natalino:
os dias 29,
30 e 31 de dezembro (que fazem parte da oitava de Natal) tem formulário próprio
para cada dia (Oracional + Lecionário). A memória designada para esses dias (29
e 31) no calendário perpétuo pode achar lugar na Missa da oitava, substituindo
a coleta dessa Missa pela do santo (ver n. 3);
os dias de 2
de janeiro ao sábado que precede a festa do Batismo do Senhor têm um Oracional
próprio (Missal), disposto segundo os dias da semana (isto é da segunda-feira
ao sábado), com um ciclo fixo de leituras (Lecionário) que segue os dias do
calendário; a "coleta" muda conforme a indicação lá referida.
Diz-se o
Glória nas Missas durante a oitava de Natal. O Prefácio que dá início à Oração
eucarística (I,II, III) é próprio do Tempo do Natal-Epifania:
o de Natal
(com três textos à escolha) é rezado durante a oitava e nos outros dias do
Tempo natalino;
o da Epifania
diz-se nos dias que vão da solenidade da Epifania ao sábado que precede a festa
do Batismo do Senhor (domingo depois da Epifania).
A cor das
vestes litúrgicas nas Missas feriais do Tempo natalino é a branca.
Cor Litúrgica: BRANCO - Simboliza a alegria cristã e o
Cristo vivo. Usada nas missas de Natal, Páscoa, etc... Nas grandes solenidades,
pode ser substituída pelo amarelo ou, mais especificamente, o dourado.
Fonte: CNBB / Missal Cotidiano
CATÓLICOS
COM JESUS: GRAÇA E PAZ
Se desejar receber nossas atualizações
de uma forma rápida e segura, por favor,
faça sua assinatura, é grátis.
Acesse nossa pagina: www.catolicoscomjesus.com e cadastre seu e-mail para recebimento
automático, obrigado.
Fique com Deus e
sob a proteção da Sagrada Família
Ricardo Feitosa e Marta Lúcia
Crendo e ensinando o que crê e ensina a
Santa Igreja Católica
Sagrada Família, Jesus, Maria e José – Festa

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Sua opinião é muito importante para nós.