Solenidade: NATAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
1ª Semana do Saltério - Prefácio do Natal - Ofício solene
próprio
Glória e Creio - Cor: Branco - Ano Litúrgico “B” - São
Marcos
Antífona:
Isaias 9,6 Um menino nasceu para nós: um filho nos foi dado! O poder
repousa nos seus ombros. Ele será chamado “Mensageiro do Conselho de Deus”.
Oração do Dia: Ó
Deus, que admiravelmente criastes o ser humano e mais admiravelmente
restabelecestes a sua dignidade, dai-nos participar da divindade de vosso
Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do
Espírito Santo. Amém.
LEITURAS:
Como são belos, andando sobre os montes, os pés de quem
anuncia e prega a paz, de quem anuncia o bem e prega a salvação, e diz a Sião:
“Reina teu Deus!” Ouve-se a voz de teus vigias, eles levantam a voz, estão
exultantes de alegria, sabem que verão com os próprios olhos o Senhor voltar a
Sião.
Alegrai-vos e exultai ao mesmo tempo, ó ruínas de Jerusalém,
o Senhor consolou seu povo e resgatou Jerusalém. O Senhor desnudou seu santo
braço aos olhos de todas as nações; todos os confins da terra hão de ver a
salvação que vem do nosso Deus. - Palavra do Senhor.
Salmo: 97,1.2-3ab.3cd-4.5-6
(R.3c) Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.
Cantai ao Senhor Deus um canto novo,
porque ele fez prodígios! Sua mão e o seu braço forte e santo alcançaram-lhe a
vitória.
O Senhor fez conhecer a salvação, e às
nações, sua justiça; recordou o seu amor sempre fiel pela casa de Israel.
Os confins do universo contemplaram a
salvação do nosso Deus. Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, alegrai-vos e
exultai!
Cantai salmos ao Senhor ao som da harpa
e da cítara suave! Aclamai, com os clarins e as trombetas, ao Senhor, o nosso
Rei!
Segunda
Leitura: Carta de São Paulo aos Hebreus 1,1-6
Muitas vezes e de muitos modos falou Deus outrora aos nossos
pais, pelos profetas; nestes dias, que são os últimos, ele nos falou por meio
do Filho, a quem ele constituiu herdeiro de todas as coisas e pelo qual também
ele criou o universo.
Este é o esplendor da glória do Pai, a expressão do seu ser.
Ele sustenta o universo com o poder de sua palavra. Tendo feito a purificação
dos pecados, ele sentou-se à direita da majestade divina, nas alturas. Ele foi
colocado tanto acima dos anjos quanto o nome que ele herdou supera o nome
deles. De fato, a qual dos anjos Deus disse alguma vez: “Tu és o meu Filho, eu
hoje te gerei?” Ou ainda: “Eu serei para ele um Pai e ele será para mim um
Filho?” Mas, quando faz entrar o Primogênito no mundo, Deus diz: “Todos os
anjos devem adorá-lo!” - Palavra do Senhor.
Evangelho
de Jesus Cristo segundo João 1,1-18
No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com
Deus; e a Palavra era Deus. No princípio estava ela com Deus. Tudo foi feito
por ela, e sem ela nada se fez de tudo que foi feito. Nela estava a vida, e a
vida era a luz dos homens. E a luz brilha nas trevas, e as trevas não
conseguiram dominá-la.
Surgiu um homem enviado por Deus; seu nome era
João. Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos
chegassem à fé por meio dele. Ele não era a luz, mais veio para dar testemunho
da luz: daquele que era a luz de verdade, que, vindo ao mundo, ilumina todo ser
humano.
A Palavra estava no mundo - e o mundo foi feito por
meio dela - mas o mundo não quis conhecê-la. Veio para o que era seu, e os seus
não a acolheram. Mas, a todos que a receberam, deu-lhes capacidade de se
tornarem filhos de Deus, isto é, aos que acreditam em seu nome, pois estes não
nasceram do sangue nem da vontade da carne nem da vontade do varão, mas de Deus
mesmo.
E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós
contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como Filho unigênito, cheio
de graça e de verdade. Dele, João dá testemunho, clamando: “Este é aquele de
quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele
existia antes de mim”. De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça.
Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça e a verdade nos chegaram
através de Jesus Cristo. A Deus ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus,
que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer. - Palavra da Salvação.
Comentários:
Pelo
mistério da Encarnação, estabeleceu-se uma comunhão indissolúvel entre a
divindade e a humanidade. Jesus foi o ponto de encontro deste movimento que
ligou a Terra ao Céu, o homem a Deus, a história à eternidade. Vindo de junto
do Pai, Jesus é a Palavra de Deus que se tornou visível na história humana. Sua
existência iria manifestar os desígnios divinos, tanto no seu falar quanto no
seu agir. A vida que haveria de transmitir, mediante gestos poderosos, provinha
da abundância da vida herdada do Pai. Sua presença se constituiria em luz para
orientar a humanidade decaída, ansiosa de salvação. Por meio dele, seria
possível chegar até Deus e experimentar a comunhão divina. Todavia, este Jesus
era plenamente humano, excluindo-se apenas a experiência do pecado. Não lhe
foram concedidas regalias, pelo fato de ser o Filho de Deus. Por isso,
experimentou a rejeição exatamente daqueles para os quais fora enviado. Sua não
acolhida revelar-se-ia em forma de perseguição, hostilidades e abandono, para
culminar na morte de cruz. Na medida em que descia aos porões da humanidade,
Jesus ia comunicando ao ser humano, ferido pelo pecado, o lenitivo da salvação.
Desta forma, as pessoas reconciliavam-se com Deus e recuperavam sua dignidade
original. Nisto consiste o mistério do Natal! (Padre
Jaldemir Vitório/Jesuíta)
PRECES DA
ASSEMBLEIA (Paulus):
Salvai,
Senhor, o vosso povo.
1.
Luz dos povos, tornai a Igreja em imagem perfeita
do vosso amor e verdade, vos pedimos.
2.
Luz dos povos, fortalecei a fé e o testemunho dos
ministros ordenados, vos pedimos.
3.
Luz dos povos, levai alegria às mulheres que geram
nova vida, vos pedimos.
4.
Luz dos povos, acompanhai com vossa proteção as
crianças e os jovens do Brasil, vos pedimos.
5.
Luz dos povos, fazei brilhar vossa paz sobre as
nações e povos em guerra, vos pedimos.
INTENÇÕES PARA O
MÊS DE DEZEMBRO:
Geral – Paz e Esperança: Para que o nascimento do Redentor
traga paz e esperança a todos os homens de boa vontade.
Missionária – Os pais de família: Para que os pais sejam autênticos
evangelizadores, transmitindo aos filhos o dom precioso da fé.
TEMPO LITÚRGICO:
Tempo do Natal: A salvação prometida por Deus aos
homens em suas mensagens aos patriarcas e profetas, torna-se realidade concreta
na vinda de Jesus o salvador. O eterno Filho de Deus, leito homem, é a mensagem
conclusiva de Deus aos homens: ele é aquele que salva.
O nascimento
histórico de Jesus em Belém é o sinal de nosso misterioso nascimento à vida
divina. O Filho de Deus se fez homem para que os homens se pudessem
tornar filhos de Deus. Este nascimento é o início de nossa salvação, que se
completará pela morte e ressurreição de Jesus. No pano de fundo do Natal já se
entrevê o mistério da Páscoa. Os dias que vão do Natal à Epifania e ao Batismo
do Senhor devem ajudar-nos a descobrir em Jesus Cristo a divindade de nosso
irmão e a humanidade de nosso Deus. Os textos litúrgicos deste tempo convidam à
alegria, mas apresentam também riqueza de doutrina. Convidam-nos constantemente
a dar graças pelo misterioso intercâmbio pelo qual participamos da vida divina
de Cristo. Enquanto nos faz participantes do amor infinito de Deus, que se
manifestou em Jesus, a celebração do Natal abre-nos à solidariedade profunda
com todos os homens.
Para a
celebração
Tempo de
Natal começa com as primeiras Vésperas de Natal e termina no domingo depois da
Epifania, ou seja, o domingo que cai após o dia 6 de janeiro.
A liturgia do
Natal do Senhor caracterizada pela celebração das três Missas natalinas
(meia-noite, de manhã. durante o dia), inicia-se com a Missa vespertina
"na vigília", que faz parte da solenidade.
A solenidade
do Natal prolonga sua celebração por oito dias contínuos, que são indicados
como Oitava de Natal. Esta é assim ordenada:
·
No
domingo imediatamente após o Natal celebra-se a festa da sagrada Família; nos
anos em que falta esse domingo, celebra-se esta festa a 30 de dezembro;
·
26
de dezembro é a festa de santo Estevão, protomártir;
·
27
de dezembro é o dia da festa de são João, apóstolo e evangelista;
·
28
de dezembro celebra-se a festa dos Santos Inocentes;
·
os
dias 29, 30 e 31 de dezembro são dias durante a oitava, nos quais ocorrem
também memórias facultativas;
·
no
dia 1º de janeiro, oitava de Natal, celebra-se a solenidade de Maria, Mãe de
Deus, na qual também se comemora a imposição do santo nome de Jesus.
As festas
acima enumeradas, quando caem em domingo, deixam o lugar à celebração do
domingo; se, porém, em algum lugar forem celebradas como
"solenidades", neste caso têm precedência sobre o domingo. Fazem
exceção as festas da sagrada Família e do Batismo do Senhor; que tomam o lugar
do domingo.
Os dias de 2
de janeiro ao sábado que precede a festa do Batismo do Senhor (domingo depois
da Epifania) são considerados dias do Tempo de Natal. Entre 2 e 5 de janeiro
cai, habitualmente, o II domingo depois de Natal; a 6 de janeiro celebra-se a
solenidade da Epifania do Senhor. Nas regiões em que esta solenidade não é de
preceito, sua celebração é transferida para 2 e 8 de janeiro, conforme normas
particulares anexas a essa transferência.
Com a festa
do Batismo do Senhor (domingo depois da Epifania) termina o Tempo natalino e
principia o Tempo comum (segunda-feira da 1ª semana); portanto, omitem-se as
férias que naquele ano não podem ter celebração.
Para a
celebração da Eucaristia nas férias do Tempo natalino:
·
os
dias 29, 30 e 31 de dezembro (que fazem parte da oitava de Natal) tem
formulário próprio para cada dia (Oracional + Lecionário). A memória designada
para esses dias (29 e 31) no calendário perpétuo pode achar lugar na Missa da
oitava, substituindo a coleta dessa Missa pela do santo (ver n. 3);
·
os
dias de 2 de janeiro ao sábado que precede a festa do Batismo do Senhor têm um
Oracional próprio (Missal), disposto segundo os dias da semana (isto é da
segunda-feira ao sábado), com um ciclo fixo de leituras (Lecionário) que segue
os dias do calendário; a "coleta" muda conforme a indicação lá
referida.
Diz-se o
Glória nas Missas durante a oitava de Natal. O Prefácio que dá início à Oração
eucarística (I,II, III) é próprio do Tempo do Natal-Epifania:
·
o
de Natal (com três textos à escolha) é rezado durante a oitava e nos outros
dias do Tempo natalino;
·
o
da Epifania diz-se nos dias que vão da solenidade da Epifania ao sábado que
precede a festa do Batismo do Senhor (domingo depois da Epifania).
A cor das
vestes litúrgicas nas Missas feriais do Tempo natalino é a branca.
Cor Litúrgica: BRANCO - Simboliza a alegria cristã e o
Cristo vivo. Usada nas missas de Natal, Páscoa, etc... Nas grandes solenidades,
pode ser substituída pelo amarelo ou, mais especificamente, o dourado.
Fonte: CNBB / Missal Cotidiano
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É o tempo propicio para começar a restabelecer a verdade em todos os setores e lugares. Este documento denominado "Hebreus" não é uma carta de São Paulo. Este deu o sinal das suas cartas: a assinatura de seu próprio punho e avisou sobre isso. O documento nem epístola é: não tem o endereçamento inicial, o cumprimento e a despedida. Pelo estudo do texto verifica-se que se trata de um documento de muitas cabeças, ou seja, provável um documento conciliar. Pode até ser que, como São Paulo seria o mais letrado entre os apóstolos, tenha sido incumbido da redação e, porisso, ficou esta impregnada do estilo dele. Mas o conteúdo é, seguramente, devido `a resolução coletiva. Se for seria uma prova de um protoconcilio. Não é errado procurar resgatar a verdade, procurar corrigir os erros que, por razões ignoradas, se mantiveram durante tantos anos. Vamos fazer um esforço para "tirar a trave do nosso próprio olho antes de pretender tirar o cisco do olho do outro".
ResponderExcluir“Aquele que se prende as minúcias da Bíblia, fecha-se a graça do ensinamento”.
ExcluirAmado irmão agradeço sua preocupação e esclarecimento, mas a muito que a Igreja debateu e esclareceu a respeito desta carta como também a espeito de alguns Salmos que são atribuídos a Davi. Se queremos crescer na fé devemos lembrar que o importante não é o autor, e sim o ensinamento. A Bíblia não é uma aula de matemática onde prevalece a logica, a Bíblia é uma aula de religião onde se exercita a Fé.
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