Liturgia Diária Comentada 17/11/2014 Segunda-feira
33ª Semana do Tempo Comum - 1ª Semana do Saltério
Memória: SANTA ISABEL DA HUNGRIA – Esposa e Religiosa
Prefácio comum ou dos Santos - Ofício da Memória
Cor: Branco - Ano Litúrgico “A” - São
Mateus
Branco:
Simboliza a alegria cristã e o Cristo vivo. Usada nas missas de Natal, Páscoa,
etc... Nas grandes solenidades, pode ser substituída pelo amarelo ou, mais
especificamente, o dourado.
Antífona:
Mt
25,34.36.40 Vinde, benditos de meu Pai, diz o Senhor: eu estava doente e me
visitastes. Em verdade vos digo, tudo o que fizestes ao menor dos meus irmãos
foi a mim que o fizestes.
Oração do Dia: Ó Deus, que destes a Santa Isabel da Hungria
reconhecer e venerar o Cristo nos pobres, concedei-nos, por sua intercessão,
servir os pobres e aflitos com incansável caridade. Por nosso Senhor
Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!
Primeira
Leitura: Livro do Apocalipse de São João 1,1-4; 2,1-5a
Revelação que Deus
confiou a Jesus Cristo, para que mostre aos seus servos as coisas que devem
acontecer em breve. Jesus as deu a conhecer, através do seu anjo, ao seu servo
João. Este dá testemunho de que tudo quanto viu é palavra de Deus e testemunho
de Jesus Cristo.
Feliz aquele que lê
e aqueles que escutam as palavras desta profecia e também praticam o que nela
está escrito. Pois o momento está chegando. João às sete Igrejas que estão na
região da Ásia: A vós, graça e paz, da parte daquele que é, que era e que vem;
da parte dos sete espíritos que estão diante do trono de Deus.
Ouvi o Senhor que
me dizia: Escreve ao anjo da Igreja que está em Éfeso: Assim fala aquele que
tem na mão direita as sete estrelas, aquele que está andando no meio dos sete
candelabros de ouro: Conheço a tua conduta, o teu esforço e a tua perseverança.
Sei que não suportas os maus. Puseste à prova alguns que se diziam apóstolos e
descobriste que não eram apóstolos, mas mentirosos.
És perseverante.
Sofreste por causa do meu nome e não desanimaste. Todavia, há uma coisa que eu
reprovo: abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te de onde caíste! Converte-te
e volta à tua prática inicial. Se, pelo contrário, não te converteres, virei
depressa e arrancarei o teu candelabro do seu lugar. - Palavra do Senhor.
Comentário: O Apocalipse é uma
"revelação divina" e, como tal, uma mensagem de fé e de esperança.
Vem de Deus, fonte da revelação; é confiada a Jesus Custo e por este comunicada
a homens por ele escolhidos, a fim de que seja dada a conhecer a todos os
cristãos (1,1-2). Os versículos que seguem nos ensinam duas coisas: de modo
particular, a palavra divina deve ser lida e meditada na liturgia e é
proclamado bem-aventurado quem a lê e a escuta (1,3); a divina revelação é
necessária não só paia o conhecimento do futuro da Igreja, mas ainda para que
os cristãos possam fazer um exame de consciência objetivo. A Igreja de Éfeso,
uma das comunidades destinatárias do Apocalipse (1,4), talvez o ignore, mas a
palavra de Deus a desperta do torpor (2,1-5).
A
Igreja de Éfeso merece a aprovação do Senhor porque tem ideias corretas e
resiste com constância ao ser atacada justamente por causa dessas ideias. Isto
não basta, porém. A um advogado francês, famoso pelas brilhantes batalhas
travadas no Parlamento contra os laicizas, D. Bosco dirigiu esta única
pergunta: "Por acaso o Sr. pratica esta religião, que defende tão
bem?". Neste caso a prática recebe um nome concreto: amor. Perseverar não
significa apenas "suportar sem fadiga, pelo nome do Senhor", mas
também "não abandonar o amor dos primeiros tempos". Nosso afastamento
da Igreja não se reflete unicamente nos abandonos clamorosos, porém muito mais
perigosamente na falta de caridade. Cada um de nós é Igreja na medida em que
vive a caridade. [Trechos do COMENTÁRIO BÍBLICO, ©Edições Loyola, 1999 e BÍBLIA
DE JERUSALÉM, ©Paulinas, 1991]
Salmo:
1, 1-2. 3.
4.6 (R. Ap 2,7b)
Ao vencedor concederei, comer da Árvore da Vida!
Feliz é todo aquele que não anda
conforme os conselhos dos perversos; que não entra no caminho dos malvados, nem
junto aos zombadores vai sentar-se; mas encontra seu prazer na lei de Deus e a
medita, dia e noite, sem cessar.
Eis que ele é semelhante a uma árvore,
que à beira da torrente está plantada; ela sempre dá seus frutos a seu tempo, e
jamais as suas folhas vão murchar. Eis que tudo o que ele faz vai prosperar.
Mas bem outra é a sorte dos perversos.
Ao contrário, são iguais à palha seca espalhada e dispersada pelo vento. Pois
Deus vigia o caminho dos eleitos, mas a estrada dos malvados leva à morte.
Evangelho
de Jesus Cristo segundo São Lucas 18,35-43
Quando Jesus se aproximava de Jericó, um cego
estava sentado à beira do caminho, pedindo esmolas. Ouvindo a multidão passar,
ele perguntou o que estava acontecendo. Disseram-lhe que Jesus Nazareno estava
passando por ali.
Então o cego gritou: “Jesus, filho de Davi, tem
piedade de mim!” As pessoas que iam na frente mandavam que ele ficasse calado.
Mas ele gritava mais ainda: “Filho de Davi, tem piedade de mim!”
Jesus parou e mandou que levassem o cego até ele.
Quando o cego chegou perto, Jesus perguntou: “Que queres que eu faça por ti?” O
cego respondeu: “Senhor, eu quero enxergar de novo”. Jesus disse: “Enxerga,
pois, de novo. A tua fé te salvou”. No mesmo instante, o cego começou a ver de
novo e se pôs a segui-lo, glorificando a Deus. Vendo isso, todo o povo deu
louvores a Deus. - Palavra da Salvação.
Comentário (Padre Jaldemir
Vitório / Jesuíta): Ao fazer a leitura do profeta Isaías, na sinagoga de Nazaré, Jesus
identificou-se com o Messias, ungido pelo Espírito do Senhor, para
"anunciar aos cegos a recuperação da vista". De certo modo, todo o
seu ministério consistiu em ajudar a humanidade a superar a cegueira de que era
vítima. Cegueira do egoísmo, que impede de reconhecer o semelhante como quem
merece afeição. Cegueira da idolatria, que leva o ser humano a trocar Deus pela
criatura e deixar-se tiranizar por ela. Cegueira do pecado, com suas mais
diversas manifestações, cujo resultado é a desumanização da pessoa, reduzindo-a
à mais terrível escravidão.
A
súplica do cego de Jericó pode ser a de todo discípulo: "Senhor, que eu
veja!" Sim, o discipulado exige a libertação de todo tipo de cegueira.
Isto só pode ser obra de Jesus. É ele quem possibilita ao discípulo ter visão e
discernimento para fazer as escolhas certas e optar pelos caminhos mais
condizentes com as exigências do Reino.
Contudo,
o motor de tudo isto é a fé. No caso do cego de Jericó, foi a fé que o moveu a
implorar misericórdia junto a Jesus. E, também, pela fé o discípulo é levado a
buscar libertação junto a ele. Quanto mais profunda ela for, tanto mais apurada
será a visão do discípulo, ou seja, maior será sua capacidade de
"ver" o que Deus deseja dele.
INTENÇÕES PARA O
MÊS DE NOVEMBRO:
Intenção Universal: Pessoas
em solidão - Para que as pessoas que sofrem a solidão sintam a proximidade
de Deus e o apoio dos irmãos.
Intenção para a Evangelização: Formadores do clero e dos religiosos - Para que os seminaristas, os
religiosos e as religiosas jovens tenham formadores sábios e bem preparados.
TEMPO LITÚRGICO:
Tempo Comum: O Tempo Comum começa no dia seguinte à
Celebração da Festa do Batismo do Senhor e se estende até a terça-feira antes
da Quaresma. Recomeça na segunda-feira depois do domingo de Pentecostes e
termina antes das Primeiras Vésperas do 1º Domingo do Advento NALC 44.
Cor Litúrgica: VERDE - Simboliza a esperança que todo
cristão deve professar. Usada nas missas do Tempo Comum.
Fonte: CNBB / Missal Cotidiano
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Ricardo Feitosa e Marta Lúcia
Crendo e ensinando o que crê e ensina a
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SANTA ISABEL DA
HUNGRIA – Esposa e Religiosa


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