domingo, 16 de novembro de 2014

Liturgia Diária Comentada 17/11/2014 Segunda-feira

Liturgia Diária Comentada 17/11/2014 Segunda-feira
33ª Semana do Tempo Comum - 1ª Semana do Saltério
Memória: SANTA ISABEL DA HUNGRIA – Esposa e Religiosa
Prefácio comum ou dos Santos - Ofício da Memória
Cor: Branco - Ano Litúrgico “A” - São Mateus

Branco: Simboliza a alegria cristã e o Cristo vivo. Usada nas missas de Natal, Páscoa, etc... Nas grandes solenidades, pode ser substituída pelo amarelo ou, mais especificamente, o dourado.

Antífona: Mt 25,34.36.40 Vinde, benditos de meu Pai, diz o Senhor: eu estava doente e me visitastes. Em verdade vos digo, tudo o que fizestes ao menor dos meus irmãos foi a mim que o fizestes.

Oração do Dia: Ó Deus, que destes a Santa Isabel da Hungria reconhecer e venerar o Cristo nos pobres, concedei-nos, por sua intercessão, servir os pobres e aflitos com incansável caridade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém! 

Primeira Leitura: Livro do Apocalipse de São João 1,1-4; 2,1-5a

Revelação que Deus confiou a Jesus Cristo, para que mostre aos seus servos as coisas que devem acontecer em breve. Jesus as deu a conhecer, através do seu anjo, ao seu servo João. Este dá testemunho de que tudo quanto viu é palavra de Deus e testemunho de Jesus Cristo.

Feliz aquele que lê e aqueles que escutam as palavras desta profecia e também praticam o que nela está escrito. Pois o momento está chegando. João às sete Igrejas que estão na região da Ásia: A vós, graça e paz, da parte daquele que é, que era e que vem; da parte dos sete espíritos que estão diante do trono de Deus.

Ouvi o Senhor que me dizia: Escreve ao anjo da Igreja que está em Éfeso: Assim fala aquele que tem na mão direita as sete estrelas, aquele que está andando no meio dos sete candelabros de ouro: Conheço a tua conduta, o teu esforço e a tua perseverança. Sei que não suportas os maus. Puseste à prova alguns que se diziam apóstolos e descobriste que não eram apóstolos, mas mentirosos.

És perseverante. Sofreste por causa do meu nome e não desanimaste. Todavia, há uma coisa que eu reprovo: abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te de onde caíste! Converte-te e volta à tua prática inicial. Se, pelo contrário, não te converteres, virei depressa e arrancarei o teu candelabro do seu lugar. - Palavra do Senhor.

Comentário: O Apocalipse é uma "revelação divina" e, como tal, uma mensagem de fé e de esperança. Vem de Deus, fonte da revelação; é confiada a Jesus Custo e por este comunicada a homens por ele escolhidos, a fim de que seja dada a conhecer a todos os cristãos (1,1-2). Os versículos que seguem nos ensinam duas coisas: de modo particular, a palavra divina deve ser lida e meditada na liturgia e é proclamado bem-aventurado quem a lê e a escuta (1,3); a divina revelação é necessária não só paia o conhecimento do futuro da Igreja, mas ainda para que os cristãos possam fazer um exame de consciência objetivo. A Igreja de Éfeso, uma das comunidades destinatárias do Apocalipse (1,4), talvez o ignore, mas a palavra de Deus a desperta do torpor (2,1-5).

A Igreja de Éfeso merece a aprovação do Senhor porque tem ideias corretas e resiste com constância ao ser atacada justamente por causa dessas ideias. Isto não basta, porém. A um advogado francês, famoso pelas brilhantes batalhas travadas no Parlamento contra os laicizas, D. Bosco dirigiu esta única pergunta: "Por acaso o Sr. pratica esta religião, que defende tão bem?". Neste caso a prática recebe um nome concreto: amor. Perseverar não significa apenas "suportar sem fadiga, pelo nome do Senhor", mas também "não abandonar o amor dos primeiros tempos". Nosso afastamento da Igreja não se reflete unicamente nos abandonos clamorosos, porém muito mais perigosamente na falta de caridade. Cada um de nós é Igreja na medida em que vive a caridade. [Trechos do COMENTÁRIO BÍBLICO, ©Edições Loyola, 1999 e BÍBLIA DE JERUSALÉM, ©Paulinas, 1991]

Salmo: 1, 1-2. 3. 4.6 (R. Ap 2,7b)
Ao vencedor concederei, comer da Árvore da Vida!

Feliz é todo aquele que não anda conforme os conselhos dos perversos; que não entra no caminho dos malvados, nem junto aos zombadores vai sentar-se; mas encontra seu prazer na lei de Deus e a medita, dia e noite, sem cessar.

Eis que ele é semelhante a uma árvore, que à beira da torrente está plantada; ela sempre dá seus frutos a seu tempo, e jamais as suas folhas vão murchar. Eis que tudo o que ele faz vai prosperar.

Mas bem outra é a sorte dos perversos. Ao contrário, são iguais à palha seca espalhada e dispersada pelo vento. Pois Deus vigia o caminho dos eleitos, mas a estrada dos malvados leva à morte.

Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 18,35-43

Quando Jesus se aproximava de Jericó, um cego estava sentado à beira do caminho, pedindo esmolas. Ouvindo a multidão passar, ele perguntou o que estava acontecendo. Disseram-lhe que Jesus Nazareno estava passando por ali.

Então o cego gritou: “Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!” As pessoas que iam na frente mandavam que ele ficasse calado. Mas ele gritava mais ainda: “Filho de Davi, tem piedade de mim!”

Jesus parou e mandou que levassem o cego até ele. Quando o cego chegou perto, Jesus perguntou: “Que queres que eu faça por ti?” O cego respondeu: “Senhor, eu quero enxergar de novo”. Jesus disse: “Enxerga, pois, de novo. A tua fé te salvou”. No mesmo instante, o cego começou a ver de novo e se pôs a segui-lo, glorificando a Deus. Vendo isso, todo o povo deu louvores a Deus. - Palavra da Salvação.

Comentário (Padre Jaldemir Vitório / Jesuíta): Ao fazer a leitura do profeta Isaías, na sinagoga de Nazaré, Jesus identificou-se com o Messias, ungido pelo Espírito do Senhor, para "anunciar aos cegos a recuperação da vista". De certo modo, todo o seu ministério consistiu em ajudar a humanidade a superar a cegueira de que era vítima. Cegueira do egoísmo, que impede de reconhecer o semelhante como quem merece afeição. Cegueira da idolatria, que leva o ser humano a trocar Deus pela criatura e deixar-se tiranizar por ela. Cegueira do pecado, com suas mais diversas manifestações, cujo resultado é a desumanização da pessoa, reduzindo-a à mais terrível escravidão.

A súplica do cego de Jericó pode ser a de todo discípulo: "Senhor, que eu veja!" Sim, o discipulado exige a libertação de todo tipo de cegueira. Isto só pode ser obra de Jesus. É ele quem possibilita ao discípulo ter visão e discernimento para fazer as escolhas certas e optar pelos caminhos mais condizentes com as exigências do Reino.

Contudo, o motor de tudo isto é a fé. No caso do cego de Jericó, foi a fé que o moveu a implorar misericórdia junto a Jesus. E, também, pela fé o discípulo é levado a buscar libertação junto a ele. Quanto mais profunda ela for, tanto mais apurada será a visão do discípulo, ou seja, maior será sua capacidade de "ver" o que Deus deseja dele.

INTENÇÕES PARA O MÊS DE NOVEMBRO:

Intenção Universal: Pessoas em solidão - Para que as pessoas que sofrem a solidão sintam a proximidade de Deus e o apoio dos irmãos.

Intenção para a Evangelização: Formadores do clero e dos religiosos - Para que os seminaristas, os religiosos e as religiosas jovens tenham formadores sábios e bem preparados.

TEMPO LITÚRGICO:

Tempo Comum: O Tempo Comum começa no dia seguinte à Celebração da Festa do Batismo do Senhor e se estende até a terça-feira antes da Quaresma. Recomeça na segunda-feira depois do domingo de Pentecostes e termina antes das Primeiras Vésperas do 1º Domingo do Advento NALC 44.

Cor Litúrgica: VERDE - Simboliza a esperança que todo cristão deve professar. Usada nas missas do Tempo Comum.

Fonte: CNBB / Missal Cotidiano

CATÓLICOS COM JESUS: GRAÇA E PAZ

Se desejar receber nossas atualizações de uma forma rápida e segura, por favor, faça sua assinatura, é grátis. Acesse nossa pagina: www.catolicoscomjesus.com e cadastre seu e-mail para recebimento automático, obrigado.

Fique com Deus e sob a proteção da Sagrada Família
Ricardo Feitosa e Marta Lúcia  
Crendo e ensinando o que crê e ensina a Santa Igreja Católica

SANTA ISABEL DA HUNGRIA – Esposa e Religiosa

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Sua opinião é muito importante para nós.