Irmãos, já não sois
mais estrangeiros nem migrantes, mas concidadãos dos santos. Sois da família de
Deus. Vós fostes integrados no edifício que tem como fundamento os apóstolos e
os profetas, e o próprio Jesus Cristo como pedra principal. É nele que toda a
construção se ajusta e se eleva para formar um templo santo no Senhor. E vós
também sois integrados nesta construção, para vos tornardes morada de Deus pelo
Espírito. - Palavra do Senhor.
Comentário (deusunico.com): A participação de judeus e
pagãos no único povo de Deus concreto do homem novo. A morte de Cristo derrubou
o muro de separação que a Lei colocava entre judeus e pagãos; surgiu assim o
novo Israel, a Igreja, que se abre para todos os homens e os coloca sob uma
cabeça única, Cristo. O Evangelho fará cair todas as diferenças. Por mais que
surjam sociedades classistas, suas leis e instituições injustas virão abaixo
pela força do Evangelho, desprestigiadas por sacrificarem seus povos, em lugar
de ajudá-los.
Nota-se
logo a diferença entre a atitude do turista e a do habitante que conhece cada
ângulo, e para quem cada rosto é familiar. A quem se quisesse passear, na
Igreja-comunidade de pessoas com a mentalidade. "desligada" do
visitante, Paulo lembra que esta é a família da SS. Trindade. Quem se sente
desambientado, julga-se de fora e mantém distância, não é capaz de compreender.
Sob o arcabouço das estruturas institucionais, "também nós somos
edificados em Cristo para nos tornarmos habitação de Deus no Espírito". É
a família das três Pessoas, em que nos sentimos de casa. O tempo passado com
Jesus em oração ao Pai, no Espírito, é o tempo verdadeiro, tempo da realidade,
em que estamos "em casa". O outro tempo, o das ocupações ordinárias,
toma daqui seu sentido.
Salmo:
18(19a),2-3.4-5
(R. 5a)
Seu som ressoa e se espalha em toda terra.
Os céus proclamam a glória do Senhor, e
o firmamento, a obra de suas mãos; o dia ao dia transmite esta mensagem, a noite
à noite publica esta notícia.
Não são discursos nem frases ou
palavras, nem são vozes que possam ser ouvidas; seu som ressoa e se espalha em
toda a terra, chega aos confins do universo a sua voz.
Evangelho
de Jesus Cristo segundo São Lucas 6,12-19
Naqueles dias, Jesus foi à montanha para rezar. E
passou a noite toda em oração a Deus. Ao amanhecer, chamou seus discípulos e
escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de apóstolos: Simão, a quem
impôs o nome de Pedro, e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu;
Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelota; Judas, filho de
Tiago, e Judas Iscariotes, aquele que se tornou traidor.
Jesus desceu da montanha com eles e parou num lugar
plano. Ali estavam muitos dos seus discípulos e grande multidão de gente de
toda a Judéia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia. Vieram para ouvir
Jesus e serem curados de suas doenças. E aqueles que estavam atormentados por
espíritos maus também foram curados. A multidão toda procurava tocar em Jesus,
porque uma força saía dele, e curava a todos. - Palavra da Salvação.
Comentário (Padre Jaldemir
Vitório / Jesuíta): O Evangelho distingue com precisão três níveis no círculo dos que
acompanhavam Jesus. O primeiro e mais próximo era o grupo formado pelos doze
apóstolos, um punhado de discípulos escolhidos por Jesus, após ter passado uma
noite inteira em oração a Deus. A palavra apóstolo vem do vocábulo grego e
significa enviado. Tratava-se de um termo de caráter jurídico bastante comum no
judaísmo da época. O apóstolo era o representante plenipotenciário de quem o
enviava. No caso de Jesus, ele conferia a seus enviados plenos poderes para
representá-lo. Daí a importância de escolhê-los com muito discernimento. O
sucesso de sua obra dependia do bom desempenho deste grupo seleto.
Os
discípulos formavam um círculo mais amplo, composto por todos quantos aderiram
a Jesus e se esforçavam por conformar suas vidas com os seus ensinamentos. Os
discípulos do Senhor distinguiam-se dos discípulos dos rabinos. Supunha-se
haver entre eles e o Mestre uma profunda comunhão de vida. Eram instruídos pela
contemplação do comportamento do Mestre, que ensinava com seu exemplo.
Casuísmos e teorias não tinham sentido na escola de Jesus.
A
multidão era o círculo dos curiosos que esperavam ser beneficiados pelo Mestre,
sem, contudo, a intenção de se comprometerem mais profundamente com ele. É
desta multidão que surgirão novos discípulos que livremente irão optar por
seguir o Senhor.
LEIA NA ÍNTEGRA:
Liturgia Diária Comentada
28/10/2014 Terça-feira SANTOS SIMÃO E JUDAS
São Judas Tadeu – Apóstolo e
Mártir
"Devemos
ser filhos da luz e caminhar na caridade" – Papa Francisco
CATÓLICOS
COM JESUS: GRAÇA E PAZ
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Crendo
e ensinando o que crê e ensina a Santa Igreja Católica

..muito obrigado ela colaboração na evangelização
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